30 de janeiro de 2010

Tudo uma confusão

Não tenha nada pra escrever, mas tenho muito a dizer.
Palavras que ficaram ao vento, ou até mesmo palavras que eu engoli por alguma razão, mas que agora não faz sentido algum.
Tipo de palavras que poderia ter mudado tantas coisas.
Não me arrependo, mas imagino como poderia ter acontecido se eu tivesse falado essas palavras.
Será que muita coisa mudaria?
Bem, se mudaria ou não eu não posso saber.
Às vezes eu penso no por que de eu pensar demais.
Pra que pensar tanto se fazer é o que faz acontecer?
Seria por medo ou por uma simples mania de pensar demais?
Pessoas que ganhei, momentos que aproveitei. Será que se tudo fosse diferente eu seria quem eu sou hoje?
Uma pessoa que pensa demais e que deixa as palavras soltas no universo.
Acho que eu quero entender tudo e não faz sentido entender.
Ou faz?
Eu gosto do mistério, eu gosto de descobrir.
De me descobrir. De me conhecer.
Gosto de conhecer outras pessoas também, mas é tão mais confuso.
Se contradizer é ruim? Por que eu sou contraditória as vezes.
Não sempre.
Mas... Pensar... Pensar, pensar, pensar.
Penso em amizades, saudade. Coisas bem relativas no meu ponto de vista.
Veja bem, se hoje somos melhores amigos, amanhã continuaremos sendo, certo?
Mas e se amanhã eu confiar e ter mais afinidade com outra pessoa, continuaremos sendo melhores amigos? Antigamente eu não achava isso certo. Mas acho que não é questão de ser certo ou errado. Aí vejo que muitas das amizades são passageiras.
Muitas são para sempre também. A questão é: Até quando é esse para sempre?
E a saudade... Ah, a saudade. Eu gosto de sentir saudade.
E se quando estamos perto de quem sentimos saudade a sensação não é tão boa quanto estamos longe e dá um aperto de tanta saudade?

Acho que eu não devo pensar tanto!

13 de janeiro de 2010

Até quando basta?

Um amor antigo, e que no fundo nunca foi esquecido.
Sem motivo, eu sei. Afinal, nunca tivemos nada além de amizade.
Tantos planos para um futuro a dois, tantas promessas e declarações de amor.

Não sei por que eu estou aqui escrevendo sobre você, não faz sentido.
Somos só amigos, você deixou isso bem claro há anos.
É diferente nós dois. É como se eu soubesse que ficaremos juntos, mas não acreditasse nisso.
Estranho.

Você é inteligente, engraçado e me irrita de um jeito que eu adoro. E aliás, eu ainda gosto de te perturbar.
Nos entendemos de um jeito que ninguém entenderia.

Só amizade? Será? Não sei... Só o tempo poderá dizer.
Você disse que até poderíamos ficar juntos futuramente...
Quem sabe?!

Bem, não importa. A intimidade, a confiança que eu tenho em você vale muito.
Nunca imaginei que poderia gostar tanto de uma pessoa conhecendo do jeito que eu te conheci.
Surreal.
Ficando juntos ou não, ser sua amiga já basta pra mim.
Bastou até hoje. Por que não bastaria mais?

Ahh, coração...!